Hora do almoço
- Sou contra a maquiagem definitiva.
- Eu não gosto, acho feio.
- Eu não acho legal porque a minha amiga fez e o filho morreu. Já pensou ir ao velório maquiada?
Silêncio.
Senti um vulcão dentro de mim, louco pra entrar em erupção e explodir na mais louca risada. Mas eu não podia rir. Não podia não. Achei que fosse morrer, ali, sem maquiagem temporária ou definitiva.
A Ritinha voltará a escrever, viu? Viu?!
Hã... Deixa eu ver onde parei. Vixe. Aconteceu tanta coisa, fiz tanta coisa. Não sei por onde começar, mas enfim. Estou feliz. ;)
Não sinto muita vontade de compartilhar acontecimentos ultimamente. É provável que eu mude o endereço do blog. Visitas indesejadas. Talvez o próximo blog seja restrito ou talvez anônimo... Ou talvez eu não faça nada disso. Vai saber. 2010 só Alá sabe o que vai ser, mas eu tenho alguma idéia.\o/
Daqui a pouco 2009 vai pro saco. Tenho vários planos legais que eu só entendi depois que escrevi. Louco não? 2009 foi assim... Super esquisito. Mega blaster esquisito. Mas a culpa é pra amadores, neaaam. Continuo na mesma pegada, de desejar infecções. A cada dia que passa estou pior. Preocupada com meu umbigo, quero que os umbigos alheios infeccionem. Né?! Eu sou terrível. Nem por educação eu me presto a certas situações. É tão ruim isso. Não dar importância. Quantas vezes eu já falei sobre isso aqui? Mil vezes? Mas é, minha gente. Essa coisa de jogar uma pá cheia de terra, sepultar pessoas e nem lembrar mais da existência delas, me deixa cada dia mais horrorizada comigo. Porque antes eu sofria tanto... queconteceu? Agora eu apenas penso "pode mandar rezar a missa de 7º dia" e fim. Porque eu sei que eu sou uma pessoa s u p e r l e g a l. Uma amiga disse "você é a pessoa mais adorável e irritante que eu conheço". Eu acho que ela tem razão. É muita comum as pessoas me odiarem num primeiro momento, mas é muito mais comum elas irem com a minha cara. Nunca fui modesta, me poupe. =)
Por falar nessas bizarrices de sepultura e afins. Dia de Finados era uma coisa até comum de ser "comemorada" lá em casa. Porque eu tinha uma tia que morava em frente ao cemitério, entonces, acho que minha mãe e minha avó, aproveitavam o ensejo (ensejo é ótimo) pra visitar os falecidos. Por isso fui bastante ao cemitério, adorava olhar os túmulos com foto. Porque túmulo sem foto não tem a menor graça, né?! Minha avó - ô veia bizarra - adorava exclamar "olha esse aqui, morreu jovem!". Eu ficava super preocupada de morrer jovem. E as macumbas que ficavam ali nas imediações do cemitério? Aquilo me dava paaaavor. Eu era muito criança. Daí que no dia 31, meu aniversário, estou em casa cuidando da minha vida, quando chega minha mãe junto com meu irmão. Tinham ido visitar meu pai. ALOU. Sério mesmo que isso ainda existe? Ah gente. Eu fiquei até com ciúmes da visita, pra ser sincera. Foi visitar e nem me chamou? Ah gente! Eu nem ia, mas tinha que ter convidado! Eu não iria nem sob tortura. Outra coisa: não há lugar que lembre mais o meu pai do que a minha própria casa. Chorar no túmulo... Isso existe? Minha mãe lançou a seguinte frase, que deve entrar pros anais: "eu não ia chorar, mas aí seu irmão chorou... e eu chorei também!".
C. foi para os EUA, again. Agora é assim, de x em x meses ele vai. Deteeesto! Eu fico me mordendo de ciúme.
Eu já não sou muito de me negar a discussões quando eu acho que tenho razão, mas muitas vezes eu deixo pra lá para o bem estar geral da nação. Mas, gente, não é que eu resolvi não deixar passar nada? N A D A. Resolução dos 3.3. Eu fico até com vergonha de mim. Outro dia me agarrei com unhas e dentes numa discussão com a minha mãe. Foi dramático porque ela não calava a boca de jeito nenhum. E eu lá... blá blá blá blá, altos discursos. Acho que as pessoas devem pensar pelo lado positivo. Quando eu ainda estou discutindo é ótimo, existe uma salvação. Quando eu me calo é porque eu não me importo mais nem em defender o meu ponto de vista. Tem noção do quanto eu ando calada ultimamente?
Ah! Cuidado pra não infeccionar, viu?
Momento Enxaqueca

O que eu tenho feito nesses últimos meses? Ah, muita coisa! Envolve desde brigas homéricas com o namorado (deve ser crise dos "quase 6", vai saber) a ódio profundo por pessoas nunca dantes imaginadas.
Que morraaaaam todas!!!! E parafraseando o magnânimo*: que morram de infecção!
Peraí... eu disse "SEIS"?!!!
Isto posto.
Hoje estou tão calminha. Deve ter sido porque eu não dormi.
Detesto qualquer coisa sabor "maracujá". Adoro a fruta, mas suco em pó, bala, trufa, bolo, qualquer coisa industrializada de maracujá me deixa puta da vida. Ainda mais agora que estou com mania de comer balinhas de gelatina. E sempre tem a maldita bala de maracujá no meio, o pior é que EU COMO.
Por falar em comer. Comendo que nem uma porca e nem tenho crise de consciência. Assim que se faz, assim se ama.
Enquanto eu andava pela Av. Sumaré embaixo de chuva, dois moleques tentaram roubar meu Ipod. Acho que eles ficaram com medo de mim (pode levar tudo MENOS O IPOD - ainda vou acabar sendo morta por causa dele). Vai vendo. O pirralho avançou no meu pescoço pra arrancar o Ipod. Não faz o menor sentido, pois o máximo que ele conseguiria, se tivesse dado certo, seria levar os fones de ouvido. Daí eu olhei pra trás e neguinho tava andando, tipo "ah, não deu pra pegar então vamo dar um rolê". Foi aí que eu fiquei muito brava, na verdade ainda não sei direito se eu estava mais brava por estar encharcada, por estar andando há uma hora ou pelo simples fato de imaginar que meu ipod poderia ter sido roubado. Ou pior, acho que fiquei brava por que o desgraçado ME INTERROMPEU ENQUANTO EU ESTAVA OUVINDO "GHOST RIDER" DO RUSH. A minha música do momento. Isso não se faz!!!!! Lancei um "CORRE FILHO DA PUTA QUE EU VOU ENFIAR ESSE GUARDA CHUVA NO SEU RABO". Assim. Com essa delicadeza da qual não me envergonho. O bicho correu, mas correu muito. Liguei pra polícia só por desencargo. Vontade de voltar lá e cumprir o que prometi viu!
Fui passear com a Juliana no Villa-Lobos, se comportou como uma lady! Talvez eu deva aprender bons modos com ela. Concluí: só AMO MESMO os animais, gostar eu gosto de bastante gente. Ai, desculpa. Eu disse que o (a) amava? MENTI. huahuahua
Por falar em mentir. Eu minto muito pouco, só em caso de necessidade. E eu não necessito mentir diariamente. Mãããas quando minto é cada MENTIRONAAAAAAA! Eu capricho, viu! Vai vendo!!!!
Por falar em capricho. Sempre achei que unhas vermelhas era coisa de muié véia. Ou de periguete. Ou de puta. Ah vai! Cada um com seus preconceitos, tá?! Até eu pintar as unhas de vermelho uma vez. Agora pinto sempre. E não sou véia nem puta!! Muito menos periguete!!! Aeeeee!! Voltei sem vergonha de falar bobagem.
Twitter, Facebook. Não, obrigada. Tenho nojo.
E sigo aumentando minha lista de exclamações "monossilábicas":
ACHA?!
NÉAAAM?!
PAREÇO?!
Ahsabe?!
Sendo que esta última tem me dado no saco, pois resolveram me azucrinar (gente, AZUCRINAR é ótimo), e agora todo mundo que fala comigo no trabalho cola esse "ahsabe!" no final. Mas eu não suporto mesmo é ouvir sujeito falando "sabe o que acontece", "você precisa reinicializar a sua máquina". Ora, que vá "reinicializar" longe de mim. "Bendito" seja o Ricardo Freire que me deixou de herança mais esta implicância! Como se eu já não tivesse muitas outras!
Por falar em implicância. O Oscar vai para...
*que faz parte da minha lista de pessoas preferidas!
JulianaJujuJujuba
A Páscoa foi um "revival" de 2006. Fomos para um sítio em Atibaia. Eu adoro aquele lugar. Preço justo, espaço gigantesco. Foi divertido, fez sol, teve música, piscina e papo-furado. E cachorros abandonados no quintal. :( Eu só não esperava encontrar uma basset hound no meio daqueles cães. Não que um cachorro de raça seja mais importante. Mas era visível a diferença entre eles: o vira-lata estava lindo e serelepe revirando o lixo e correndo como louco quando importunado. A basset estava tão magra que era possível ver a estrutura da cabeça e das costelas. Com o agravante das perninhas curtas que não ajuda na corrida. Natureza ingrata. Daí nós a alimentamos, demos banho... Ela ficou bem mais animada. Comecei a chamá-la de Juju porque, já faz tempo, eu conheci uma Juju no parque do museu do Ipiranga que não era da mesma raça mas com parentesco próximo. Era daquela raça que é coooompriiiiiida. Eu não podia voltar pra casa sem ela. Seria muita crueldade comigo e com o bichinho. Ainda mais inconformado estava C.. Ele ligou pra meio mundo. Alguns ajudaram dando indicações, outros ficaram irritados... É difícil dar a cara a tapa, né?! Felizmente tem sempre gente disposta a ajudar, o tipo "pessoa-surpresa". Adoro pessoa-surpresa (M. & P.)! No fundo eu meio que sabia o destino dela, acho que C. também. A gente só estava com medo da reação. Minha mãe detestou a idéia. Às vezes ela parece uma megera. Meu poodle também não gostou, mas ficou calado. Entrou no quarto da minha mãe e não saiu de lá. Tá morrendo de ciúmes. O vira-lata gostou até o momento em que ela o botou pra correr...hahah Acho que agora ele encontrou alguém pra brincar já que o poodle não gosta de confraternizações. Estou super feliz com a Juliana! Tranquila, carinhosa, silenciosa e preguiçosa! A idéia era recuperá-la, castrá-la, deixá-la mais maravilhosa para adoção. Mas... você que está lendo este post e me conhece... você REALMENTE ACHA que eu vou doar a pequena?
hihihi
Kiss
Chegamos cedo, ficamos num lugar legal, C. deu entrevista pra duas emissoras de TV* e pintou a cara ao vivo. hahaha Foi divertido. Valeu mais pelo conjunto da obra do que pela música em si. Confesso que me deu uma sensação indescritível no começo do show... Tipo... "Kiss" né?! Meu erro foi começar a comparar com outros shows. A voz não é tão potente, o som não estava tão bom, etc, etc e etc. Ainda sim, valeu MUITO a pena. Sempre dou MUITA risada dos tipinhos que vão aos shows. Vestidos no estilo anos 80. Cara, é muito engraçado!
*uma delas era a Record. Aposto que vai aparecer no "Fala que eu te escuto".
Email´s fofinhos que recebo
"Acho que não foi bem isso.O problema é que nunca rolava...
Meu, a mina já tá na casa dos 30 e tá regulando mixaria pra quê? Se o cara pisca pra mim eu já dou, pra não ter esse tipo de queixa. Huahuahua"
Mimimi!
Dificilmente sofro com a dor na consciência. Justamente porque tomo todo o cuidado pra não fazer nada que cause a tal culpa. Porém, todavia, entretanto, vez em quando acontece... e dá uma vontade de cortar os pulsos!
Esses dias estou lembrando muito do meu pai. Ô, filho da put*, viu! Já passaram 4 anos e eu não me conformo até hoje. Sabe quando vou me conformar? Quando ele "completar", no mínimo, 75 anos. A partir daí "acho" que eu sossego. Ou seja, tenho pelo menos uns 10 anos de inconformismo pela frente.
Sabe o que me faz feliz? Gastaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaar.
Sabe o que me deixa triste? Não gastar.
Sabe o que me deixa MAIS triste? CONTROLAR os gastos no excel. Put* que pariu! Eu ODEIO guardar dinheiro... PUT* QUE PARIU que inferno! Que graça tem ganhar e não gastar?
(continuação do post anterior)
O telão apresentou falhas que, seja em decorrência da chuva ou não, devem ter atrapalhado a melhor visualização por parte do público ao fundo. O som esteve muito melhor do que na última passagem da banda em São Paulo, no Palestra Itália. A banda em si esteve tecnicamente impecável. Não há o que criticar na performance de nenhum dos seis integrantes. Agora, o que mais chama a atenção nem é a competência dos músicos no manejo de seus instrumentos e, sim, a postura da banda diante de seus fãs pois, do ponto de vista da emoção, da entrega, do demonstrar estar gostando de fazer o show, talvez ainda não haja ninguém para desbancar o IRON MAIDEN. Ver Dave Murray tocar por duas horas sem tirar o sorriso do rosto em nenhum momento sequer, ver a entrega física de Bruce Dickinson, a energia descontrolada de Janick Gers, a cara de satisfação do contido Adrian Smith ou ver a lenda viva Steve Harris agitando com os fãs como se fosse um moleque no meio deles é algo indescritível, tão empolgante quanto ouvir cada um dos clássicos tocados pela banda. Como vários fãs dizem, Harris não é só o baixista e o líder da banda, ele representa tudo o que o Maiden e até mesmo o que o heavy metal é.
No final, uma confusão pior que na entrada, pois o público não chega ao mesmo tempo mas sai ao mesmo tempo. Um único caminho estreito foi o que ofereceram como saída para dezenas de milhares de fãs. Para piorar, uma ambulância vindo em sentido oposto disputava espaço com uma massa de pessoas cansadas e sem saber direito para onde ir. Nem há como criticar alguns fãs que derrubaram uma parte da estrutura que cercava o caminho da saída, pois esses fãs fizeram de maneira torta o que a organização deveria ter feito antes. Pra se ter uma ideia e para quem tem noção de como é o circuito de Interlagos, o show foi realizado ao lado da subida que vai para a reta dos boxes e o público teve que sair por uma passagem alternativa criada atrás do famoso “S do Senna”, mas isso tendo que andar pelo meio do circuito, quase chegando na reta oposta. Na saída, um emaranhado de vendedores ambulantes ainda disputava espaço com quem queria sair do local, fora os congestionamentos dentro e fora do Autódromo. Por sorte, em nenhum momento houve a necessidade de se utilizar uma saída de emergência para uma evacuação rápida. Ao contrário do que tanta gente pensa, o público headbanger deu um show de civilidade, sejam aqueles que foram para o célebre morro ao lado da pista e que assustaram a segurança do local, seja o público em geral. Sim, sempre há alguém inconveniente nesses shows mas, num geral, as pessoas que compareceram ao evento e que tiveram que superar os problemas no local, encararam tudo na base da paz e do bom humor.
Essa resenha só pode ser terminada de um jeito, que foi o mesmo jeito que terminei a resenha do show do ano passado, ou seja, com a constatação de que assistir a um show do Maiden é uma experiência pela qual toda pessoa que gosta de rock deveria passar um dia, sem exageros. Só que isso é algo que talvez apenas quem já viu e vivenciou sabe bem o que é. Mais uma vez, há de se pedir desculpas aos que queriam ler uma resenha cerebral, fria, isenta de qualquer emoção, mas não há como falar de um show desses sem falar de emoção. Não dá pra saber o que será do futuro do metal.
Provavelmente ele irá continuar por muitos e muitos anos. Agora, uma coisa é certa: enquanto Steve Harris estiver por aí tocando seu baixo, fazendo seus shows e gravando seus discos, a existência do metal está garantida
Maiden
O show no RJ foi tranquilo.Talvez por isso eu tenha gostado mais do que o show em SP. Fiquei na pqp no primeiro show. No outro eu estava na pista premium, mas só jesuis* sabe o que passei pra sair dali. Fiquei com medo de morrer pisoteada. Tinha uma escadinha de madeira, que olha... não sei se ela ainda durou muito depois que a primeira manada passou. Eu não tinha nenhum equilíbrio. Agarrei na camiseta de um maluco* que estava na minha frente, ele olhou pra minha cara totalmente abismado com a minha folga. Eu não tinha me ligado* que estava me apoiando num estranho. Eu apenas não queria cair. Se não fosse ele eu levava chão* e morreria pisoteada e etc. Estou com muita preguiça de narrar tudo que aconteceu, por isso vou copiar/colar um resenha super duper que elle me enviou (grifos meus). Conta direitinho a glória e o infortúnio.
O próximo show deveria ser do A-ha, mas deixei pra correr atrás muito tarde e os ingressos esgotaram. O próximo: Kiss. Essa porr* vicia. Se eu soubesse disso, não teria começado. ;)
*é isso aê mano!
Obs.: só Alá sabe o quanto eu não gosto da Lauren Harris.
Review de Show - Iron Maiden (Autódromo de Interlagos, São Paulo, 15/03/09)
Por Ronaldo Costa | Em 17/03/09
O objetivo do texto abaixo não é simplesmente fazer uma análise fria e impessoal do que foi a apresentação do IRON MAIDEN no Autódromo de Interlagos nesse 15 de março de 2009. O que se buscará aqui é tentar se aproximar um pouco da perspectiva de alguém que é fã da banda e tenha comparecido ao espetáculo. Por isso mesmo, desde já, há de se pedir desculpas ao caro leitor, mas alertá-lo de que se deseja mesmo a tal análise fria e sem demonstração de qualquer emoção, não é nessa resenha que irá encontrá-la. E isso por um simples fato: é impossível descrever um show do Maiden, sobretudo um como o que São Paulo assistiu nesse fim de semana, sem se fazer valer da emoção.
A história desse evento começa muito antes da entrada da banda ao palco. O Autódromo de Interlagos fica quase no extremo sul da metrópole paulistana, um local distante para a maioria das pessoas, tanto residentes em São Paulo quanto os que chegam de outras cidades, além de ser um lugar com poucas opções de acesso. A chuva que caiu na região à tarde e que deixou o trânsito ainda pior só fez tudo se tornar mais complicado. No entanto, o fato de ser uma área difícil de se chegar não constituiria nenhum grande problema.
A beleza das imagens de uma multidão tomando conta dos arredores do autódromo contrastava com todas as dificuldades enfrentadas pelos fãs para conseguir adentrar o local da apresentação. Havia muito pouca informação sobre as formas de entrar ou até mesmo para saber em qual fila ficar. Um único portão de acesso era o lugar por onde dezenas de milhares de pessoas teriam que passar, já que a divisão entre as entradas da pista premium e pista normal só ocorria depois de já percorrida uma razoável distância dentro das dependências de Interlagos. Com isso, aconteceu o óbvio: a formação de filas gigantescas que, segundo algumas informações, chegaram a impressionantes 2 km faltando menos de uma hora para o início previsto do espetáculo. Os felizardos que conseguiam passar por essa primeira ‘provação’ tinham que andar por um longo caminho até chegar à área reservada ao show. No local, o que antes era um gramado tornou-se um verdadeiro lamaçal, no sentido literal da palavra. No caminho da pista premium até os banheiros reservados para este setor, várias pessoas tinham dificuldades até mesmo para se equilibrar. O Autódromo de Interlagos tem alguns fatores ruins, como ser num ponto distante da maior parte da cidade e por não ter uma acústica favorável à realização de grandes shows. De positivo, há o espaço disponível para se abrigar grandes públicos e a possibilidade de fazer uma pista onde o fundo está em nível mais alto que a frente, o que em teoria permitiria uma visualização melhor para todos. No entanto, a maior parte dos problemas apresentados foi mais em decorrência de falhas no planejamento da estrutura do que propriamente do local do show em si. Apesar de tudo isso, o motivo que fazia com que aquelas milhares de pessoas estivessem ali era maior do que todos os contratempos enfrentados:o IRON MAIDEN.
Coube mais uma vez a Lauren Harris a função de atração de abertura, apresentando músicas de seu álbum “Calm Before The Storm”. A banda que a acompanha mostrou-se tecnicamente competente, com o guitarrista mantendo inclusive uma boa interação com a plateia. Lauren ainda não apresenta uma voz de todo consistente, mas tem uma boa presença de palco e já mostra ter carisma. Seu som é bom para o que se propõe e não há dúvidas de que existe público para seu trabalho, só que talvez seja um erro apresentar seu material para um perfil de público como o do IRON MAIDEN, que dificilmente se interessará por tal tipo de som. Por mais que estar em turnê com uma banda do porte da Donzela represente a oportunidade de se apresentar para grandes audiências, é pouco provável que ela consiga angariar fãs para seu trabalho dentre os que seguem o grupo inglês. No entanto, os ‘maidenmaníacos’ foram receptivos com a banda e deram uma boa resposta a todas as solicitações da cantora.
Terminada a apresentação da banda de abertura, Interlagos continuava a receber um número enorme de pessoas. Pouco antes do horário previsto para início do show principal, um mar de gente tomava conta de toda a área reservada para o evento. A uma determinada altura, parte do público arrumou um jeito de pular para um morro no lado esquerdo da plateia, uma área inicialmente proibida, mas para cuja invasão a organização não poderia fazer nada, a não ser se adaptar à eventualidade. Pouco depois das 8 da noite, acompanhado de alguém da produção, Rod Smallwood aparece, ovacionado como se ele mesmo fosse um dos músicos do Maiden. O empresário veio ao palco para pedir desculpas pelo atraso e solicitar um pouco de paciência por parte dos fãs, pois ainda estavam por resolver algumas questões técnicas que surgiram devido à chuva e, principalmente, para que todas as pessoas que ainda não tinham conseguido entrar no autódromo pudessem se juntar à multidão. Pra terminar sua participação, disse ‘apenas’ que aquele provavelmente seria o maior público da banda em um show, à exceção dos festivais, justamente na “capital mundial do metal”. Bastou isso para que o público vibrasse como se estivesse ouvindo algum dos clássicos que a banda estava por executar. Nesse meio tempo, improvisaram algumas divisórias para separar o público que já lotava o morro na lateral da pista, além de providenciarem a presença de policiais e até mesmo de cães atrás da grade provisória. Embora haja discordâncias sobre o número de fãs presentes, com relatos de 60 a 100 mil pessoas (segundo Bruce Dickinson), parece que a estimativa oficial é de 63 mil abnegados para ver a banda.
Eis que após quase 70 minutos de atraso, “Doctor Doctor”, do UFO, ecoou do sistema de som, o que era o sinal que todos os presentes esperavam: chegara enfim a hora de ver o Maiden. Seguiu-se o clip da banda na estrada, com imagens do já célebre avião ‘Ed Force One’ e com a clássica “Transylvania” servindo como trilha sonora. O exaltado discurso de Winston Churchill, que introduzia à clássica ‘World Slavery Tour’ e que também antecipa a entrada da banda nessa atual turnê já foi o suficiente para provocar uma catarse coletiva. A execução de “Aces High” como abertura dos shows talvez seja, sem exagero nenhum, o momento mais bombástico que uma plateia de música possa experimentar atualmente, e isso considerando todos os shows de todos os estilos musicais, pois é simplesmente impressionante a forma como o Iron Maiden entra no palco e mais impressionante ainda é a maneira como o público reage ao primeiro contato com a banda. Cada palavra da letra, cada melodia, cada passagem é reproduzida pelos milhares de fãs da Donzela de um jeito que o som emanado pela audiência consegue se sobrepor a toda a potência do sistema de som da banda.
A sucessão de clássicos absolutos do heavy metal foi a constante das 2 horas de show. Na sequência vieram “Wrathchild”, onde o microfone de Bruce Dickinson apresentou uma falha discreta e “2 Minutes To Midnight”. É até desnecessário falar que as músicas foram cantadas em uníssono pelos fãs e que a empolgação do público presente contagiava a banda, que mostrava cada vez mais garra e entrega na execução das canções. Dickinson então dialogou pela primeira vez com a plateia, pedindo novamente desculpas pelo atraso, questionando sobre o que aconteceu com o tempo em São Paulo, saudando o pessoal que tinha se ajeitado no tal morro ao lado da pista e exaltando novamente o público que, segundo ele, era o maior da banda até hoje, fora apresentações em festivais. Logo em seguida emendaram “Children Of The Damned”, que provocou arrepios em quem viu os desempenhos sobretudo do guitarrista Adrian Smith e de Bruce. E o sujeito canta, meu caro leitor, mas canta muito. Canta, pula, sobe plataformas, corre de um lado para o outro, pede a participação do público e faz tudo isso sem dar um sinal de cansaço, algo impraticável para muitos de seus colegas de profissão e com a metade de sua idade. “Phantom Of The Opera”, clássico atemporal do heavy metal, não tem explicação. Ver Dave Murray e Adrian Smith na beira do palco tocando as tão famosas melodias de guitarras gêmeas dessa música ou ver de perto Steve Harris fazendo as lendárias linhas de baixo dessa canção é uma experiência indescritível. Quem viu, viu. Não tem como transformar essa sensação em palavras. “The Trooper” veio à seguir, com a tradicionalíssima performance de Bruce Dickinson com bandeira britânica em punho e o coro exaltado dos milhares de fãs. Em mais uma pequena pausa para falar com o público, Dickinson provou mais uma vez como consegue manter uma plateia na mão como ninguém. Ao solicitar que as pessoas dessem dois passos para trás para facilitar a vida de quem estava na primeira fila, foi prontamente atendido. Tudo bem que pedir isso e anunciar “Wasted Years” na sequência é maldade.
Após mais um discurso, onde falou inclusive da passagem da banda pela Amazônia, mais um momento sublime. “Rime of the Ancient Mariner” e seus treze minutos do mais clássico heavy metal por si só valeriam o ingresso. A canção foi tocada à perfeição, com uma grande performance do batera Nicko McBrain. Mais uma vez, assim como no ano passado, foi um momento antológico olhar para o público e ver um mar de luzes acesas durante a parte lenta da música. Nela a produção da banda começou a apresentar o principal dos efeitos pirotécnicos que prometeram trazer à América Latina nessa parte da turnê. Apesar de alguns artifícios terem falhado devido aos danos provocados pela chuva, o efeito visual empolgou os presentes. “Powerslave” é outra canção que faz parte da lista de momentos inesquecíveis proporcionados pela banda. Bruce surgiu por trás de uma cortina de fogo, assim como na World Slavery Tour, num efeito que irradiava calor até mesmo sobre quem estava próximo ao palco. Só que, muito mais do que qualquer efeito visual, o maior efeito dessa música é ela em si. E os solos dessa canção conseguem passar um sentimento de empolgação tamanho que muita gente pulava como criança durante sua execução. “Run To The Hills” e “Fear Of The Dark”, que tanta gente sempre reclama de suas permanências nos setlists, foram cantadas pelo público de maneira ensurdecedora. Os fãs já não as querem mais nos shows? Tá bom... Para fechar a primeira parte da apresentação, “Hallowed Be Thy Name”, talvez o maior clássico do Iron Maiden e a própria “Iron Maiden” (a música), onde a enorme esfinge com o rosto do mascote Eddie se abre atrás da bateria e dá lugar a uma enorme múmia, em mais uma versão do mascote.
A banda agradece a todos e se retira do palco. É claro que ninguém se moveu nem meio metro de onde estava até que o sexteto retornasse com “The Number Of The Beast”, sua sequência de fogos e toda a energia da banda e do público. “The Evil That Men Do” foi um dos pontos mais altos do show, dado o grau de empolgação de todos os envolvidos ali (banda << Arquivo: morro.JPG >> e fãs). Nessa canção, houve uma nova entrada do mascote Eddie no palco, em sua versão ‘cyborg’. Pra terminar um show que já tinha se transformado num evento histórico, fecharam com “Sanctuary”. No meio da música, Bruce fez uma pausa para ‘apresentar’ os músicos e prometer um novo disco para 2010 e uma nova turnê para 2011. A ovação para cada um dos músicos, sobretudo para Steve Harris, foi impressionante. O lendário baixista, visivelmente emocionado, batia no peito e apontava para os fãs à sua frente agradecendo. Ainda haveria tempo para um momento cômico onde Bruce e Nicko McBrain iniciaram uma dança meio desengonçada em resposta ao coro de milhares de vozes saudando o baterista. Ao término da música, a banda agradece muito aos fãs e se retira em definitivo. Enquanto os roadies não entraram no palco e começaram a desmontar os equipamentos, ninguém no público havia arriscado sair de onde estava, ainda com alguma esperança que a banda voltasse. No entanto, aquele realmente havia sido o desfecho de um show que nenhum presente ao local se esquecerá jamais.
(continua no próx. post)
Sobre a crise e *O* Idiota
1. Finalmente a crise chegou na empresa onde trabalho. E a crise tem sido administrada da pior maneira possível, na base do terrorismo. Eu não tenho medo de perder o emprego. Pra onde quer que eu vá farei o meu trabalho da melhor forma possível. E se der tudo certo... que bom! Caso contrário: pé na estrada que a vida é dura pra quem é mole. Não é agradável chegar ao trabalho e não saber o que vai acontecer nas próximas horas. Todo mundo gosta de estabilidade, né?! Fica todo mundo com cara de c*. Tenho tentado manter o humor e isso é bastante difícil pra uma pessoa GENUINAMENTE mal-humorada. Tenho direcionado bastante energia no quesito simpatia. O que me rendeu alguns problemas, ao contrário do que imaginava. Gosto de almoçar sozinha e não consigo. Todo mundo quer almoçar comigo. Falou então miss simpatia. E quando deixo de almoçar com um pra ir com outro, rola a ciumeira. Me sinto no jardim da infância. Essa sensação tem sido recorrente já que ela extrapola a área corporativa e invade a pessoal. Já tive ciúmes de amigos, mas isso passou com o amadurecimento. Não tenho paciência pra administrar esse tipo de coisa. Pois bem. Não é só na hora do almoço que as pessoas solicitam a minha companhia. Isso me irrita um pouco, pois eu gosto mesmo de ficar calada em frente ao computador fazendo meu trabalho. Gosto de ficar alheia a tudo. EU GOSTO, mas não posso, pra não dar a impressão de antipática, que no fundo, é uma forte característica minha. Então tomei uma decisão meio drástica... vou deixar a verdadeira Rita brotar. Que saiam todos da minha frente! Ela ficou escondida durante 7 meses. Tá na hora de revelar sua verdadeira face!
2. Como eu gosto de ficar no meu maravilhoso mundinho, tenho dificuldades pra reagir em algumas ocasiões. Por exemplo: fofocas corporativas, especulações e etc. Não gosto. Gera um tensão desnecessária o tal falatório. Não consigo fazer com que parem de me trazer informações não solicitadas. Elas continuam chegando apesar da minha cara de paisagem. MAS a Rita que está suprimida sabe como fazer isso parar. QUE SAIAM TODOS DA MINHA FRENTE!
3. Apesar da simpatia, tem um cara aqui que me ODEIA. E a recíproca é verdadeira. SUPER verdadeira. No início não gostava muito dele porque ele o tipo bananão, sabe? Bobalhão? Dããããã! Nunca tive muita paciência com ele, nem com suas historinhas imbecis. Vez em quando a Verdadeira brotava na presença dele. E aí o fulano, aqui denominado "O Idiota", passou e me odiar, graças a Alá. Ao menos não tive mais que fingir que estava ouvindo o que ele tinha pra dizer. Ele chegou ao nível de nem olhar mais na minha cara. E ele senta ao meu lado. E o meu trabalho envolve o dele. E ele é incompetente além de tudo. Aí, meu filho. Teve um dia aqui que ele chilicou a "la bambi" (O Idiota é são paulino) quando perguntei qual era o problema com a minha bella persona. Gente... pela primeira vez na minha vida tive vontade de agredir fisicamente um coleguinha de trabalho. Eu me via pegando um facão a la Jason. Eu me via enfiando os dedos nos olhos dele a la Bruce Lee. Eu me via arrancando o braço direito do cara a la Beatrix Kiddo... Eu me via...bom, você entendeu o espírito da coisa!Sangue no zóio. Resultado: minha avaliação de desempenho no quesito "trabalho em equipe" foi pro vinagre junto com a dele. Quer dizer, a dele foi BEM pior já que era notório que ele estava tentando queimar o meu filme. E ficou feio, né? Pra ele... o chilique, as tentativas de queimação de filme. Cheguei a ter pena do sujeito. Já passou, lógico. Eu continuo desejando que ele vá ter com o diabo o mais breve possível. Ou a mãe dele, a tumorosa.
4. O Idiota tem sempre história triste pra contar. A mãe está fazendo quimioterapia e o pai se matou. Eu não imaginava que contar história triste dava tanto ibope. Existem sempre os solidários da desgraça! Alimentam a dor do indivíduo com suas frases tiradas de livros de auto-ajuda. A questão é: o que tem o c* com as calças? Meu, se a mãe dele tá morrendo, sinto muito. A minha também vai morrer qualquer dia desses e vou chorar litrus, BUT, tem que ser profissa. Vai lá, chora no banheiro, mas não atenta a colega de trabalho! Sabe o que é pior? Uma coleguinha me falou "Rita, coitado do menino, pega leve... o pai dele se matou". Recentemente? - perguntei. Não. Quando aconteceu F. era criança. A pessoa que me disse isso pediu pra eu ir lá nas profundezas do meu ser buscar a Verdadeira. Fui obrigada a dizer coisas que são sarcásticas num nível tão absurdo que é demais até pra mim. E não ouso reproduzir!
5. Demissão pro Idiota incompetente que é bão nada. Coitado... a mãe tem câncer, o pai se matou...
No cinema com o Maiden
Saímos de São Paulo às quatro e meia da manhã. Cerveja no mirante do Leblon às 10h30. Mar às 11h30. Cinema 12h00.
Meu. Que me perdoem os cariocas... mas... juro por deus... essa minha segunda visita ao Rio de Janeiro revelou o quanto a cidade é HORROROSA. Você pode falar que São Paulo é uma merd*, eu deixo. Mas o Rio... afe. Não moraria nesse lugar nem que me pagassem. Cidade maravilhosa... É sim...ô!
Nos perdemos pra achar o tal Cine Odeon. O filme começaria às 14h00. Me senti como aquelas fãs que ficam na entrada do Hotel gritando o nome do ídolo. Rio é Rio, né. Se fosse em São Paulo a bagunça seria tão grande que seria impossível chegar tão perto. Tinha até lugar pra estacionar!!!! Fantástico! Para nossa felicidade, os cariocas metaleiros deviam estar, sei lá, na praia torrando os rabinhos ou ouvindo bossa nova como forma de punição para os pecados! Graças a generosidade de Alá!
Entonces, quinze para as duas chegou a van, ah... a pontualidade britânica!!!! Ficamos MUITO perto deles. Na hora de entrar no cinema: fila. Fila com van. Fila sem van. Van que vai, van que vem. Bagunça. Empurra-empurra, calor. Saldo: custou caro, mas valeu a pena! O documentário não é tão revelador, mas é divertido. Sem dúvida que a música é muito bem feita e de qualidade, mas o marketing... PUT*QUEPARIU... Os caras são campeões...
É claro que em meio a tantos metaleiros na entrada do cinema, a única pessoa ali que gritou que nem louca a palavra "lindo" foi a bella aqui. Sem vergonha de passar carão. heh
"Teje" claro que eu gritei "LINDOOOO" pro Bruce, né. Peloamor.
Uma jornada angustiante pelo mundo do heavy metal
Olha... ainda vou entender. A razão do show do Rio ter sido no Sambódromo e o show de SP no Autódromo! Morte lenta e cruel aos organizadores!
Deep Purple
E lá vou eu novamente, hoje, assistir o velho gostoso cantar!
Uauaua 
Ansiedade
Olha só que legal: não só verei o show do Maiden duas vezes, como assistirei, no Rio, "JUNTO" COM ELES, o lançamento do documentário "Flight 666" sobre a turnê "Somewhere Back In Time".
Exibida, né?! Eu sei! Eu sei! heh
Iron Maiden estreia longa-metragem "Flight 666" no Brasil
O Cine Odeon, no Rio de Janeiro, será cenário de première mundial
Os integrantes do Iron Maiden escolheram o Rio de Janeiro como palco para a première mundial do aguardado longa-metragem de estreia da banda, "Flight 666". O evento será realizado no Cine Odeon, no Centro da cidade, às 14h de sábado, 14 de março, pouco antes do show da banda na Praça da Apoteose, marcado para às 21h30.
Os ingressos para a sessão estarão à venda na bilheteria do Cine Odeon e no site (www.moviemobz.com/flight666), a partir de terça, 03 de março, às 13h. A compra será limitada a 4 ingressos por pessoa (inteira, R$ 80, meia entrada, R$ 40).
Além do privilégio de assistir em primeira mão ao novo projeto do Iron Maiden, os fãs dividirão o espaço do Cine Odeon com os integrantes da banda, que estarão lá para conferir a reação do público brasileiro, considerado especial por eles.
"Temos uma relação muito especial com nossos fãs brasileiros desde 1985, quando participamos da primeira edição do festival Rock in Rio. Adoramos levar nossas turnês ao país e ficaremos muito satisfeitos por termos nos apresentado em oito cidades diferentes do Brasil -- um recorde na carreira da banda. Desta forma, fazia todo o sentido que a première mundial do nosso documentário fosse no Brasil, principalmente porque muitos dos nossos maravilhosos fãs brasileiros estão presentes no filme!", explica Steve Harris, baixista da banda.
"Flight 666" acompanha a primeira parte da turnê mundial do Iron Maiden, "Somewhere Back In Time", que os levou a percorrer 70 mil quilômetros ao redor de cinco continentes, totalizando 23 apresentações em apenas 45 dias. Tudo isto a bordo do avião customizado da banda, o Boeing 757 "Ed Force One", que, além de transportar toda a equipe e inúmeros equipamentos de palco, é pilotado por ninguém mais ninguém menos do que o vocalista Bruce Dickinson. O filme registra de perto os bastidores da turnê -- foi a primeira vez que o Iron Maiden concedeu acesso irrestrito a uma equipe filmagem - além de mostrar tomadas excepcionais de diversas de suas apresentações.
"Flight 666" -- nome batizado a partir do número de identificação do Ed Force One no código de aviação - transporta os fãs do Iron Maiden de Bombaim a Santiago, de Los Angeles a Sydney, de Tóquio a São Paulo, mostrando desde a cansativa rotina da banda na estrada até os momentos de lazer nas horas de folga.
O documentário, feito para ser exibido com tecnologia de alta definição e som surround 5.1, leva a assinatura dos diretores de Sam Dunne Scot McFadyen e da equipe da Banger Films, responsáveis pelos premiados"Metal; A Headbangers Story" e "Globe Metal".
O Maiden tem outra surpresa para os fãs do Rio: a banda repetirá na Apoteose a mesma apresentação que a banda levou para a Europa e os Estados Unidos em meados do ano passado, com todos os efeitos especiais, incluindo o enorme boneco da múmia Eddie, os gatos, as hienas e até o Diabo. Todo esse equipamento foi despachado especialmente da Europa para os shows de São Paulo e Rio. O repertório também traz músicas diferentes das tocadas pelos ingleses em sua última passagem pelo país, no ano passado, apresentando agora mais faixas dos quatro primeiros álbuns do grupo.
"Flight 666" será lançado oficialmente nos cinemas digitais ao redor do mundo no dia 21 de abril.
A banda também faz a sua parte no combate à miséria, , apoiando o projeto social TASK BRASIL, que recolhe crianças pobres e carentes das ruas do Rio de Janeiro. Conheça mais sobre o projeto em www.taskbrasil.org.br
Simply Red

Sensacional!
Eu e meus micos... chorei várias vezes! Estou em estado de graça e devo permanecer assim nos próximos dias, graças ao ruivo (ele tá tão gordinho!) Belo presente! Foi tudo perfeito! Eu nem sabia que gostava dele tanto assim. Obrigaaaadaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, C., a noite não poderia ter sido melhor! ;)
É claro que não tinha outro momento pra minha máquina quebrar... de vez.